O Tocantins recebeu 1.439 garrafas de água mineral Crystal sem gás pertencentes ao lote que teve a comercialização suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a distribuição no estado foi considerada restrita e atingiu apenas os municípios de Arraias, Combinado e Novo Alegre.
O lote afetado é identificado pelo código P 200126 (impresso na embalagem como LZ1 VAL200127 3 P 200126). As unidades foram produzidas em 20 de janeiro de 2026 e possuem validade até 20 de janeiro de 2027.
De acordo com a Anvisa, a medida inclui o recolhimento voluntário e a suspensão da comercialização, distribuição e consumo das garrafas pertencentes ao lote investigado.
No total, foram produzidas 374,4 mil unidades, distribuídas principalmente no Distrito Federal, além de cidades de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A fabricante, Mineração Bom Jesus Ltda. (MBJ), informou que iniciou o recolhimento preventivo do produto logo após a confirmação da presença da bactéria durante análises realizadas pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal.
Em nota, a empresa afirmou que realizou mais de 300 análises posteriores e que nenhuma delas apontou contaminação. Também destacou que não existem indícios de que o lote ainda esteja disponível para venda nos estabelecimentos comerciais.
A Anvisa orienta que consumidores que possuam unidades do lote não façam o consumo da água e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para solicitar substituição ou reembolso.
Segundo a fabricante, a ação é preventiva e restrita exclusivamente ao lote citado, não envolvendo outros produtos da marca Crystal.
Até o momento, não foram registrados oficialmente relatos de consumidores com problemas de saúde relacionados ao consumo das garrafas pertencentes ao lote investigado.
Fonte: G1 Tocantins
